segunda-feira, 23 de maio de 2011

Nota de falecimento


A Polícia Militar comunica, com pesar, o falecimento da Sra. MARIA DA CONCEIÇÃO MAIA DA CRUZ,  genitora do Cel PM Luiz Ubiratan Maia da Cruz, Comandante do Polociamento Metropolitano, orrido hoje (20/05)  na Santa Casa de Campo Grande.

O corpo está sendo velado na capela próxima ao Comper da Rua 13 de Maio e o sepultamento acontecerá amanhã (21/05) às 10h, no cemitério na saída para Sidrolândia.
Assessoria de Comunicação Social

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Polícia do Rio pode punir agente que usou "colar de algemas" ao escoltar assassina confessa do amante



  • Verônica Verone de Paiva confessou ter matado o amante, Fábio Gabriel Rodrigues, em motel de Niterói Verônica Verone de Paiva confessou ter matado o amante, Fábio Gabriel Rodrigues, em motel de Niterói
A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou nesta quinta-feira (19) que o policial Jorge Luís de Oliveira Valente pode ser punido por ter utilizado um "colar de algemas" enquanto conduzia a estudante Verônica Verone de Pádua, 18, na saída da 77ª Delegacia de Polícia (Icaraí). Segundo o órgão, foi instaurado um procedimento administrativo disciplinar na corregedoria Interna. A jovem confessou ter assassinado o amante no último fim de semana em um motel de Niterói, na região metropolitana do Rio.

Valente já foi repreendido pela cúpula da Polícia Civil e estará sujeito a uma suspensão de 41 a 90 dias, se punido for. De acordo com a corregedoria da corporação, a atitude do policial não estaria de acordo com o código de ética que orienta o exercício da profissão - que defende valores como "probidade", "discrição" e "moderação".

"O policial manterá observância, tanto mais rigorosa quanto mais elevado for o grau hierárquico, dos seguintes preceitos da ética: (...) exercer a função policial com probidade, discrição e moderação, fazendo observar as leis com lhaneza", defende o texto do código de ética (Art. 10º).

O agente, que é lotado no Núcleo de Controle de Presos da Polinter, uniu várias algemas a fim de fazer um colar em forma de "x" e as utilizou no pescoço como uma espécie de enfeite. O inquérito foi aberto assim que o corregedor da Polícia Civil Gilson Emiliano viu as imagens nos jornais.

Ele declarou à imprensa que Valente transformara um instrumento de trabalho em "adorno", o que prejudicaria a imagem da corporação no contexto social.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO" (Max Gehringer)