quarta-feira, 6 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
FNM Onça: Sósia do Ford Mustang, ele deveria revigorar a linha FNM, mas os italianos lhe negaram a marca Alfa Romeo
Ao lado dos roadsters e conversíveis, os cupês sempre foram os mais apreciados Alfa Romeo. Afinal, a marca que celebra seu centenário em 2010 talhou a famosa expressão cuore sportivo (coração esportivo) como a essência de seus produtos, que se materializou nas grades de seus carros. O primeiro modelo produzido no Brasil sob licença pela estatal Fábrica Nacional de Motores, a FNM, foi o sedã JK 2000 de 1960. Quatro anos depois, começava a ganhar projeção o trabalho do fazendeiro e projetista Genaro “Rino” Malzoni, que produzia carrocerias de fibra de vidro em Matão (SP). Seu GT Malzoni logo daria início nas pistas ao que seria a Puma. Coube a ele desenhar o cupê da FNM que teria o legado esportivo dos Alfa.
A tentativa de criar aqui um “Fenemê” com duas portas a menos resultaria no Onça, um dos projetos nacionais mais peculiares. Ainda sem nome, o protótipo de carroceria de aço não agradou na Feira Brasileira do Atlântico, no Rio de Janeiro (leia texto ao lado). Mas no Salão do Automóvel a FNM mostrou a versão esportiva do seu sedã, o futuro 2000 timb – e base mecânica do Onça. De volta à prancheta, Malzoni copiou o Ford Mustang, fenômeno de vendas americano.
A estreia o Onça foi no salão seguinte, em 1966. Na moda nacionalista da época, seu nome evocava a ferocidade do felino tipicamente brasileiro. Só a dianteira mantinha vínculo com os Alfa Romeo. Semelhante à do Giulia italiano, o desenho fazia jus ao apelido de “Mustang brasileiro”. A carroceria de fi bra de vidro era montada em um chassi de 2000 timb encurtado em 22 cm.
Com 115 cv, o motor tinha 20 cv a mais que o sedã básico. Em vez de na coluna de direção, o câmbio vinha no assoalho. Com 260 kg a menos que o timb, o Onça alcançava 175 km/h. A plataforma viajava da fábrica de Xerém (RJ) até Matão e de lá retornava com carroceria, para instalação da mecânica e do acabamento. Mas havia um porém: sem autorização da Alfa para estampar a marca no Onça, a FNM teve de enviar uma unidade para testes na Europa. As alterações exigidas pelos italianos encerraram precocemente a produção do cupê.
Das oito carrocerias produzidas, só cinco foram montadas. É o que conta o curador do Museu do Automóvel, em Brasília, e proprietário do Onça lá exposto, Roberto Nasser. Desses cinco, só se tem notícia de mais dois. O destas fotos pertence desde novo ao mesmo dono, que o ganhou como presente por entrar na faculdade. Acaba de ser restaurado pelo especialista Ricardo Oppi em São Paulo. Um terceiro segue em restauro no Rio Grande do Sul.
“O Onça é um JK que acelera mais rápido”, diz Nasser. “Além de mais leve, era mais aerodinâmico e foi o nacional mais veloz da época.” Estável nas curvas e com menos peso para os tambores de freio controlarem, a tradição dos Alfa foi, portanto, honrada para os padrões da época. “O Onça também era nosso carro mais caro.” Segundo Nasser, o cupê custava 65% a mais do que um luxuoso Ford Galaxie. No tempo do Onça, ele já era singular.
REPORTAGEM DA QUATRO RODAS. PARA LER COMPLETA KLIQUE AQUI
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
MAIS UM ADOLESCENTE DE CUIABÁ/MT PRESO COM DROGAS NA RODOVIÁRIA DE CAMPO GRANDE-MS
Policiais Militares do 10º BPM de CAMPO GRANDE-MS, lotados na rodoviária, por volta das 18h45min do dia 03 de outubro, em fiscalização rotineira, vistoriaram o ônibus da viação Nova Integração, o qual faz linha CASCAVEL-PM à ALTA FLORESTA-MT. No bagageiro interno foram localizadas 02 (duas) mochilas, ambas sem o ticket de identificação levantando suspeita, após abertas continham tabletes de maconha, no total de 44. Os passageiros foram entrevistados e verificadas as fichas de identificação dos mesmos. Os Policiais lograram êxito na identificação do adolescente E.R.F (17), morador de CUIABÁ-MT, através de um ticket colado em sua ficha de identificação que acabou confessando ser o transportador das duas mochilas com as drogas. Declarou ainda que um amigo de CUIABÁ lhe disse de uma pessoa daquela cidade querendo que ele viesse até a cidade de RIO BRILHANTE-MS para "fazer um serviço", disse não saber o que era e que lhe ofereceram a quantia de 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) no ato da entrega na rodoviária de CUIABÁ, onde seria reconhecido pelo aliciador pelos trajes de roupas. Disse ainda que desconhece o que lhe entregou a droga em RIO BRILHANTE e desconhece o que pegaria a droga. A droga depois de pesada totalizou 13,575 kg (treze quilos, quinhentos e setenta e cinco gramas).
Labels:
AÇÕES POLICIAIS,
APREENSÃO DE DROGAS
SENADORES DO MATO GROSSO DO SUL ELEITOS
DELCÍDIO DO AMARAL - 826.848
WALDEMIR MOKA - 544.933
Esses são os dois eleitos, o Senador Delcídio teve mais votos que o próprio governador eleito que teve 704.407 e o Senador Moka foi eleito com uma votação apertada e com pouca diferença para o segundo e terceiro colocados.
O senado agora passa a ter dois belavistenses, conterraneos deste editor.
WALDEMIR MOKA - 544.933
Esses são os dois eleitos, o Senador Delcídio teve mais votos que o próprio governador eleito que teve 704.407 e o Senador Moka foi eleito com uma votação apertada e com pouca diferença para o segundo e terceiro colocados.
O senado agora passa a ter dois belavistenses, conterraneos deste editor.
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