O Comando Militar do Oeste informou a lista de tripulantes que morreram na queda de helicóptero ocorrida ontem à noite na região do Pantanal da Nhecolândia.
Todos os corpos foram completamente carbonizados e já estão no IML (Instituto Médico Legal), em Campo Grande. As famílias foram informadas na manhã de hoje e, após exames, serão liberados para embarcar para as cidades de origem.
Os pilotos são o capitão André Luiz Almeida dos Santos, de Itajubá (MG) e Vinícius Viglioni Salgado, de juiz de Fora (MG). Também estavam a bordo o sargento Renan Moreira Orizo, de Caraguatatuba (SP), e o cabo Rodrigo da Silva Corrêa, de Campo Grande, do CMO.
O acidente aconteceu às 21h50 na fazenda São Paulino, em Corumbá, onde faziam exercício de adestramento, na Operação Caburé. A fazenda é particular e foi cedida para treinamento.
A aeronave era pilotada por André Luiz e Viglioni era co-piloto. O general de Exército Renato Joaquim Ferrarezi, Comandante Militar do Oeste, disse que ambos tinham larga experiência em vôos.
A equipe estava na região desde segunda-feira, participando do adestramento, que ao todo envolve 88 homens do 3º Batalhão de Aviação. Eles estavam a 3 quilômetros da cabeceira da pista quando o helicóptero caiu e não chegaram a passar mensagens via rádio relatando dificuldades.
Será instaurado um IPM (Inquérito policial militar) e a Comissão de Acidentes Aeronáuticos, com quatro militares, vai levantar a situação e determinar se houve falha mecânica ou humana. Questionado se o helicóptero pode ter sido abatido, o general disse que está é uma possibilidade “muito remota”.
Ao cair, a aeronave pegou fogo. Os corpos foram resgatados pelo Esquadrão Pelicano, da Base Aérea de Campo Grande, e trazidos ao Instituto Médico Legal da Capital.
O helicóptero FENNEC prefixo AS-550 AZ, conhecido como Esquilo, era usado desde os anos 80 e, de acordo com o general, estava de acordo com o plano de manutenção de aeronaves do Exército.
O subcomandante do Batalhão de Aviação, major Felipe Rezende, lembrou que até hoje ocorreram no País cinco grandes acidentes envolvendo helicópteros do Exército, e o último envolveu um FENNEC também.
O comandante do CMO lamentou o episódio e destacou que a “a perda maior é dos homens” e que o “foco das Forças Armadas e do Exército Brasileiro, em particular, sempre foi sua tropa”.
quinta-feira, 11 de março de 2010
HELICÓPTERO DO EXERCITO CAI NO PANTANAL: 4 MORREM
POLÍCIA MILITAR CAP - V
Atualidade
Com o fim do Governo Militar na década de oitenta, as polícias militares voltaram-se para o objetivo de recompor suas próprias identidades, fortemente marcadas pela imagem da repressão dos dois longos períodos de regime de exceção (de 1930 a 1945, e de 1964 a 1988). Passou-se a investir numa reaproximação com a sociedade; tentando-se recuperar antigas modalidades de policiamentos, e desenvolver outras novas. Atualmente dois programas têm merecido especial atenção nas polícias militares.
Policiamento Comunitário
Polícia comunitária é uma filosofia e uma estratégia organizacional que proporciona uma parceria entre a população e a polícia, baseado no princípio de que tanto a polícia quanto a comunidade devem trabalhar juntas para identificar, priorizar e resolver problemas, como crimes, drogas, medos, desordens físicas, morais e até mesmo a decadência do ambiente. Com o objetivo de melhorar a qualidade geral de vida de todos.
O policiamento comunitário baseia-se na premissa de que os problemas sociais terão soluções cada vez mais efetivas, na medida em que haja a participação de todos na sua identificação, análise e discussão.
PROERD
Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, que tem por base o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983.
No Brasil o programa chegou em 1992 através da Polícia Militar do Rio de Janeiro; sendo que desde 2002 se encontra em aplicação em todas as polícias militares do país.
O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado, que além da sua presença física em sala de aula, como educador social, propicia um forte elo de ligação na comunidade escolar em que atua; estabelecendo uma sólida base de apoio no trinômio: Polícia Militar, Escola e Família.
Estrutura Operacional
As polícias militares estão estruturadas operacionalmente de maneia similar ao Exército, organizadas em comandos intermediários, batalhões, companhias e pelotões. Os batalhões são baseados nos grandes centros urbanos, e suas companhias e pelotões são distribuídos de acordo com a densidade populacional nas cidades circunvizinhas. Normalmente os pelotões são também subdivididos em destacamentos ou postos de policiamento. A polícia montada está organizada em regimentos, divididos em esquadrões e pelotões.
Em escala decrescente, a estrutura operacional se subordina da seguinte forma:
Comando de Policiamento de Área (CPA) ou Região de Polícia Militar (RPM)
Batalhão de Polícia Militar (BPM)
Companhia de Polícia Militar (Cia PM)
Pelotão de Polícia Militar (Pel PM)
Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) ou Destacamento de Polícia Militar (DPM)
Posto de Policiamento Comunitário (PPC) ou Base de Policiamento Comunitário (BPC)
Existem ainda Grupamentos Especiais, Guarnições e Companhias Independentes de Polícia Militar (CIPM ou Cia PM Ind) que estão no mesmo nível de autonomia administrativa dos batalhões tendo, entretanto, efetivo e áreas de policiamento menores.
Como curiosidade: era comum nas PM do Brasil, até o ano de 1988, que os Destacamentos possuíssem celas onde pessoas que cometessem pequenos delitos ou mesmo contravenções penais permaneciam detidas por breves períodos até que fosse restabelecida a ordem pública, haja vista esse tipo de posto policial, via de regra, se situar em localidades que não são atendidas por Delegacias de Polícia Civil em suas proximidades.
Uniformes
As forças armadas brasileiras herdaram muitas das tradições militares portuguesas, e durante o período do Império e parte do da República, com poucas exceções, as polícias militares utilizaram uniformes azuis (azul ferrete).
Em 1903 o Exército Brasileiro adotou o uniforme cáqui;[20] sendo então copiado pelas PMs.
Em 1934 o Ministério da Guerra determinou, obrigatoriamente, a cor cáqui para todas as forças de reserva militar (PMs e Tiros de Guerra).[21] Após a Segunda Guerra Mundial as polícias militares adquiriram autonomia para escolher as cores de seus próprios uniformes, entretanto, a maioria optou por permanecer com o cáqui.
Durante o regime militar, em 1976, a IGPM sugeriu que as PMs adotassem a cor azul petróleo (a cor do fardamento da Polícia Militar do Distrito Federal). Por esse motivo algumas PMs mudaram seus uniformes e outras não.
Atualmente, a cor cáqui, com variações para o bege, e a cor azul, com variações do cinza ao azul escuro, são as principais cores dos uniformes das polícias militares brasileiras.
Polícias militares com uniformes cáqui:
BMRS, PMAC, PMAL, PMBA, PMCE, PMGO, PMMG, PMPB, PMPR, PMPE, PMPI, PMSC, e PMTO.
Polícias militares com uniformes azuis:
PMAP, PMAM, PMDF, PMES, PMMA, PMMS, PMMT, PMPA, PMERJ, PMRN, PMRO, PMRR, PMSE, e PMESP.
Observação: Isso se aplica somente aos uniformes de serviço. Os fardamentos de gala, passeio, cerimoniais, e outros, possuem características próprias em cada uma das corporações.
FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Militar_(Brasil)
Com o fim do Governo Militar na década de oitenta, as polícias militares voltaram-se para o objetivo de recompor suas próprias identidades, fortemente marcadas pela imagem da repressão dos dois longos períodos de regime de exceção (de 1930 a 1945, e de 1964 a 1988). Passou-se a investir numa reaproximação com a sociedade; tentando-se recuperar antigas modalidades de policiamentos, e desenvolver outras novas. Atualmente dois programas têm merecido especial atenção nas polícias militares.
Policiamento Comunitário
Polícia comunitária é uma filosofia e uma estratégia organizacional que proporciona uma parceria entre a população e a polícia, baseado no princípio de que tanto a polícia quanto a comunidade devem trabalhar juntas para identificar, priorizar e resolver problemas, como crimes, drogas, medos, desordens físicas, morais e até mesmo a decadência do ambiente. Com o objetivo de melhorar a qualidade geral de vida de todos.
O policiamento comunitário baseia-se na premissa de que os problemas sociais terão soluções cada vez mais efetivas, na medida em que haja a participação de todos na sua identificação, análise e discussão.
PROERD
Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, que tem por base o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983.
No Brasil o programa chegou em 1992 através da Polícia Militar do Rio de Janeiro; sendo que desde 2002 se encontra em aplicação em todas as polícias militares do país.
O Programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado, que além da sua presença física em sala de aula, como educador social, propicia um forte elo de ligação na comunidade escolar em que atua; estabelecendo uma sólida base de apoio no trinômio: Polícia Militar, Escola e Família.
Estrutura Operacional
As polícias militares estão estruturadas operacionalmente de maneia similar ao Exército, organizadas em comandos intermediários, batalhões, companhias e pelotões. Os batalhões são baseados nos grandes centros urbanos, e suas companhias e pelotões são distribuídos de acordo com a densidade populacional nas cidades circunvizinhas. Normalmente os pelotões são também subdivididos em destacamentos ou postos de policiamento. A polícia montada está organizada em regimentos, divididos em esquadrões e pelotões.
Em escala decrescente, a estrutura operacional se subordina da seguinte forma:
Comando de Policiamento de Área (CPA) ou Região de Polícia Militar (RPM)
Batalhão de Polícia Militar (BPM)
Companhia de Polícia Militar (Cia PM)
Pelotão de Polícia Militar (Pel PM)
Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) ou Destacamento de Polícia Militar (DPM)
Posto de Policiamento Comunitário (PPC) ou Base de Policiamento Comunitário (BPC)
Existem ainda Grupamentos Especiais, Guarnições e Companhias Independentes de Polícia Militar (CIPM ou Cia PM Ind) que estão no mesmo nível de autonomia administrativa dos batalhões tendo, entretanto, efetivo e áreas de policiamento menores.
Como curiosidade: era comum nas PM do Brasil, até o ano de 1988, que os Destacamentos possuíssem celas onde pessoas que cometessem pequenos delitos ou mesmo contravenções penais permaneciam detidas por breves períodos até que fosse restabelecida a ordem pública, haja vista esse tipo de posto policial, via de regra, se situar em localidades que não são atendidas por Delegacias de Polícia Civil em suas proximidades.
Uniformes
As forças armadas brasileiras herdaram muitas das tradições militares portuguesas, e durante o período do Império e parte do da República, com poucas exceções, as polícias militares utilizaram uniformes azuis (azul ferrete).
Em 1903 o Exército Brasileiro adotou o uniforme cáqui;[20] sendo então copiado pelas PMs.
Em 1934 o Ministério da Guerra determinou, obrigatoriamente, a cor cáqui para todas as forças de reserva militar (PMs e Tiros de Guerra).[21] Após a Segunda Guerra Mundial as polícias militares adquiriram autonomia para escolher as cores de seus próprios uniformes, entretanto, a maioria optou por permanecer com o cáqui.
Durante o regime militar, em 1976, a IGPM sugeriu que as PMs adotassem a cor azul petróleo (a cor do fardamento da Polícia Militar do Distrito Federal). Por esse motivo algumas PMs mudaram seus uniformes e outras não.
Atualmente, a cor cáqui, com variações para o bege, e a cor azul, com variações do cinza ao azul escuro, são as principais cores dos uniformes das polícias militares brasileiras.
Polícias militares com uniformes cáqui:
BMRS, PMAC, PMAL, PMBA, PMCE, PMGO, PMMG, PMPB, PMPR, PMPE, PMPI, PMSC, e PMTO.
Polícias militares com uniformes azuis:
PMAP, PMAM, PMDF, PMES, PMMA, PMMS, PMMT, PMPA, PMERJ, PMRN, PMRO, PMRR, PMSE, e PMESP.
Observação: Isso se aplica somente aos uniformes de serviço. Os fardamentos de gala, passeio, cerimoniais, e outros, possuem características próprias em cada uma das corporações.
FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Militar_(Brasil)
quarta-feira, 10 de março de 2010
POLÍCIA MILITAR CAP - IV
Pós-guerra
Policiamento ciclístico - 1950.
Polícia Militar do Estado
do Rio de Janeiro.Com a queda do governo ditatorial de Getúlio Vargas, as polícias militares retornaram ao completo controle dos Estados.[18] A designação como Polícia Militar já era usada de forma extra-oficial desde o início da República. A denominação oficializou-se após a Segunda Guerra Mundial, devido à divulgação e prestígio do termo ao final do conflito.
A partir dessa época foi dado um novo direcionamento no emprego das polícias militares, sendo diversificadas suas atividades e criados novos serviços especializados; progressivamente, desenvolvendo a configuração que possuem atualmente. Até então elas atuavam como autênticas gendarmarias, exercendo principalmente a segurança de prédios públicos, e fornecendo destacamentos policiais ao interior do Estado. Nos grandes centros urbanos, o clássico policiamento como é conhecido atualmente, era realizado pelas Guardas Civis, segmentos uniformizados das Polícias Civis Estaduais. Essa sobreposição não agradou a todos, e a cidade de São Paulo, por exemplo, teve de ser dividida entre a Guarda Civil e a Força Pública (antiga denominação da PMSP).
Novas modificações foram inseridas com instituição do Governo Militar de 1964. Em 1967 foi criada a Inspetoria Geral das Polícias Militares (IGPM) subordinada ao Exército. O policiamento fardado[19] passou a ser considerado exclusividade das polícias militares, e foram extintas as Guardas Civis e outras organizações similares.
Na década de setenta ocorreu um acirramento da resistência ao Governo Militar, e a maioria das polícias militares sofreram intervenções; sendo nomeados oficiais do Exército para comandá-las. Nessa época novamente ocorreu uma homogeneização, onde foi regulamentada uma classificação hierárquica única, e até se tentou estabelecer um uniforme padronizado para todo país.
Policiamento ciclístico - 1950.
Polícia Militar do Estado
do Rio de Janeiro.Com a queda do governo ditatorial de Getúlio Vargas, as polícias militares retornaram ao completo controle dos Estados.[18] A designação como Polícia Militar já era usada de forma extra-oficial desde o início da República. A denominação oficializou-se após a Segunda Guerra Mundial, devido à divulgação e prestígio do termo ao final do conflito.
A partir dessa época foi dado um novo direcionamento no emprego das polícias militares, sendo diversificadas suas atividades e criados novos serviços especializados; progressivamente, desenvolvendo a configuração que possuem atualmente. Até então elas atuavam como autênticas gendarmarias, exercendo principalmente a segurança de prédios públicos, e fornecendo destacamentos policiais ao interior do Estado. Nos grandes centros urbanos, o clássico policiamento como é conhecido atualmente, era realizado pelas Guardas Civis, segmentos uniformizados das Polícias Civis Estaduais. Essa sobreposição não agradou a todos, e a cidade de São Paulo, por exemplo, teve de ser dividida entre a Guarda Civil e a Força Pública (antiga denominação da PMSP).
Novas modificações foram inseridas com instituição do Governo Militar de 1964. Em 1967 foi criada a Inspetoria Geral das Polícias Militares (IGPM) subordinada ao Exército. O policiamento fardado[19] passou a ser considerado exclusividade das polícias militares, e foram extintas as Guardas Civis e outras organizações similares.
Na década de setenta ocorreu um acirramento da resistência ao Governo Militar, e a maioria das polícias militares sofreram intervenções; sendo nomeados oficiais do Exército para comandá-las. Nessa época novamente ocorreu uma homogeneização, onde foi regulamentada uma classificação hierárquica única, e até se tentou estabelecer um uniforme padronizado para todo país.
terça-feira, 9 de março de 2010
POLICIAIS DO 1° BPM APREENDEM COCAINA NA PRAÇA ARI COELHO
Ontem dia 09 de março, a Viatura 10-1275, composta pela CB Neiva e SD Brandt, foi solicitada pela guarnição da Guarda Municipal que estava de serviço na Praça Ari Coelho. Chegando ao locar a PM informado pelos guardas municipais, testemunhas do fato, localizaram certa quantidade de droga (cocaína), envolto em saco plástico azul. Perguntado ao suspeito, MARCOS AUGUSTO FERREIRA DO NASCIMENTO (18) sobre a droga o mesmo disse ser de sua propriedade, os Guardas Municipais não tiveram dúvidas quanto à autoria do crime, relatando que observaram o autor tentando desfazer-se da droga com a aproximação dos mesmos. Diante dos fatos foi dado voz de prisão ao autor. Foi feito Laudo de Exame de constatação onde foi confirmado ser cocaína, sendo no total 23,6 g do produto distribuídos em nº 284/2010 e recibo nº 211/10. Que foi aferida a quantia de 23,6 Gr (vinte e três gramas e seis decigramas) de cocaína, distribuídos em 51 (cinqüenta e uma paradinhas).
A Polícia Militar através do efetivo do 1° BPM, vem intensificando o policiamento em toda a área Central com o objetivo de coibir o tráfico de drogas na região, desta forma dando ao Cidadão que por ali passar a segurança necessária para a sua tranquilidade.
Qualquer informação que possa ajudar a combater esse tipo de crime será muito bem vinda e serão todas apuradas.
A Polícia Militar através do efetivo do 1° BPM, vem intensificando o policiamento em toda a área Central com o objetivo de coibir o tráfico de drogas na região, desta forma dando ao Cidadão que por ali passar a segurança necessária para a sua tranquilidade.
Qualquer informação que possa ajudar a combater esse tipo de crime será muito bem vinda e serão todas apuradas.
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